sustentabilidade

o maior produtor de algodão BCI do mundo

Líder mundial em produção de algodão sustentável licenciado pela Better Cotton Initiative (BCI), o Brasil aumentou de 31%, em 2018, para 36% em 2019, sua participação no montante de fibra chancelada pela ONG Suíça. O País está no 1º lugar do ranking mundial desde 2013.

No protocolo brasileiro, são exigidos 178 itens de certificação alinhados com as legislações trabalhista e ambiental do País, consideradas das mais completas e exigentes do mundo.

 

Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR)

Criado pela Abrapa, o ABR certifica fazendas comprometidas a cumprir um rígido protocolo de boas práticas agrícolas ambientais, sociais e econômicas. Desde 2013, o programa opera em benchmarking com a BCI, com protocolos unificados.

 

linha do tempo

2005

Iniciativa regional no estado de Mato Grosso

2009

Programa de certificação é implantado em todo o país

2012

Criação de um protocolo único em todo o país (ABR – Algodão Brasileiro Responsável)

2013

ABR passa a atuar em benchmarking com a Better Cotton Initiative (BCI)

2020

Lançamento do programa ABR-UBA (Algodão Brasileiro Responsável – Unidade de Beneficiamento de Algodão)

Primeiro país do mundo a certificar as Usinas de Beneficiamento de Algodão.

hoje

Recorde no volume de pluma certificada com 2,3 milhões de toneladas

Brasil fornece 36% do algodão BCI do mundo

 

pilares de sustentabilidade

Comprar algodão brasileiro significa colaborar para um sistema mais justo e equilibrado de relações entre o homem, a economia e o meio ambiente. A certificação ABR garante respeito a três pilares essenciais de sustentabilidade:

ambiental

O algodão brasileiro preserva o meio ambiente: não desmata, promove boas práticas agrícolas e tem um programa efetivo de uso inteligente da água.

social

A produção respeita todo e qualquer sistema que envolva empresas e instituições, trabalhando para que haja relações dignas e bilaterais entre as partes. Aqui está a valorização de colaboradores de uma cadeia produtiva e o total combate ao trabalho escravo e infantil.

econômico

A produção promove práticas econômicas justas e colabora para o desenvolvimento do seu ecossistema de mercado e do país.

Dentro destes pilares, são estabelecidos oito critérios de avaliação:

1
contrato de trabalho
2
proibição do trabalho infantil
3
proibição de trabalho análogo a escravo ou em condições degradantes ou indignas
4
liberdade de associação sindical
5
proibição de discriminação de pessoas
6
segurança, saúde ocupacional, e meio ambiente do trabalho
7
desempenho ambiental
8
boas práticas agrícolas

Os critérios 2 e 3 são de conformidade obrigatória total.

 

o que o algodão sustentável brasileiro entrega?

92% não utiliza irrigação, cresce apenas com água da chuva.
1% em produtividade de algodão sem irrigação no mundo.
matriz produtiva variada
Não existe monocultura. O produtor de algodão também produz soja, milho, milheto, sorgo ou outros.
75% da produção nacional é certificada com as melhores práticas de sustentabilidade.
único país do mundo a ter certificação de Unidades de Beneficiamento de Algodão, a partir de 2020.
desenvolvimento e transformação social das comunidades
Em 20 anos, regiões produtoras saíram da faixa muito baixa para alta do IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal). Exemplos comparativos: Nova Mutum (Mato Grosso) saltou de 0,432 para 0,758 e Barreiras (Bahia) de 0,408 para 0,721, entre 1991 e 2010.

 

certificação

A certificação é o resultado de três etapas principais:

  1. diagnóstico da unidade produtiva,
  2. correção de possíveis não conformidades e
  3. a auditoria. As fazendas e as unidades de beneficiamento são visitadas individualmente por auditorias independentes com reconhecimento internacional*, em todas as safras de adesão ao ABR.

O ABR, assim como a BCI, tem como fundamento a melhoria contínua das boas práticas sociais, ambientais e econômicas nas unidades produtivas de algodão.

*Certificadoras licenciada pela Abrapa na safra 2019/2020: ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), Bureau Veritas e Genesis Certificação.

a história


O algodão brasileiro tem uma história curiosa de resiliência e inovação. De acordo com relatos históricos, os indígenas já utilizavam a fibra em fios e tecidos rústicos. Porém, em 1750, o país descobriu o potencial comercial de sua produção agrícola, fazendo do algodão um verdadeiro ouro branco para a economia interna. 

até a década de 1980

O Brasil foi um dos maiores produtores e exportadores mundiais da fibra.

final da década de 1980

início da década de 1990

A praga bicudo-do-algodoeiro se alastrou de tal forma que destruiu plantações inteiras, fazendo com que famílias perdessem tudo e a produção brasileira fosse reduzida em mais de 60%. Esta foi uma das maiores crises causadas por pragas da cotonicultura mundial.

final da década de 1990

Retomada da cultura algodoeira do Brasil e criação da Abrapa – Associação Brasileira dos Produtores de Algodão –, responsável pela união dos produtores de todo o Brasil.

2004

Criação do sistema de rastreabilidade da Abrapa em que cada fardo de algodão brasileiro carrega um código com sequência numérica única que possibilita o rastreamento e informa: fazenda produtora, safra colhida, algodoeira responsável pelo beneficiamento, laboratório e análise HVI.

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2005

Início do pilar de sustentabilidade do algodão brasileiro que a partir de 2013 trabalha em benchmarking com a Better Cotton Initiative (BCI) e em 2020 se tornou o primeiro país do mundo a também certificar as Usinas de Beneficiamento de Algodão.

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2016

Desenvolvimento do pilar de qualidade com programas de monitoramento dos laboratórios que realizam as análises HVI e que garante total transparência das informações do algodão brasileiro.

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2020

A produção do Brasil oferece rastreabilidade, sustentabilidade, qualidade e disponibilidade de algodão durante o ano inteiro.

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