rastreabilidade

o algodão brasileiro tem origem confiável

Com a necessidade de atender as exigências dos compradores quanto à garantia de origem da matéria-prima e as relações mais transparentes e confiáveis, a Abrapa criou seu sistema de rastreamento em 2004, o SAI – Sistema Abrapa de Identificação. O modelo de classificação do algodão brasileiro foi baseado no sistema implantado pelo United States Department of Agriculture (USDA), utilizado como padrão internacional e aceito por todos os grandes países produtores e consumidores.

Cada fardo de algodão brasileiro carrega um código com sequência numérica única, que possibilita o rastreamento pelo comprador e informa: fazenda produtora, safra colhida, algodoeira responsável pelo beneficiamento, laboratório e análise High Volume Instrument (HVI). É possível até mesmo saber se a fibra foi certificada pelo programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR) e licenciada pela Better Cotton Initiative (BCI), que atestam a sustentabilidade da pluma.

rastrear o algodão brasileiro pelo código de barras

 

o cotonicultor brasileiro

Vídeo “Better Cotton in Brazil”, produzido em 2013, sobre pequenos e grandes produtores de algodão.

 

fazendas que produzem e exportam algodão brasileiro sustentável, por estado

Bahia
Abapa – Associação Baiana dos Produtores de Algodão – Criada em 2000
80 fazendas certificadas ABR
77 fazendas licenciadas BCI
20,9% da produção
Farm – Producer – City – State

Goiás
Agopa – Associação Goiana dos Produtores de Algodão – Criada em 1999
40 fazendas certificadas ABR
40 fazendas licenciadas BCI
2,7% da produção
Farm – Producer – City – State

Maranhão
Amapa – Associação Maranhense dos Produtores de Algodão – Criada em 2002
02 fazendas certificadas ABR
02 fazendas licenciadas BCI
1,7% da produção
Farm – Producer – City – State

Minas Gerais
Amipa – Associação Mineira dos Produtores de Algodão – Criada em 1999
13 fazendas certificadas ABR
13 fazendas licenciadas BCI
2,7% da produção
Farm – Producer – City – State

Mato Grosso
Ampa – Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão – Criada em 1997
230 fazendas certificadas ABR
217 fazendas licenciadas BCI
67,5% da produção
Farm – Producer – City – State

Mato Grosso do Sul
Ampasul – Associação Sul Matogrossense dos Produtores de Algodão – Criada em 1999
11 fazendas certificadas ABR
08 fazendas licenciadas BCI
2,4% da produção
Farm – Producer – City – State

Piauí
Amipa – Associação Piauiense dos Produtores de Algodão – Criada em 2006
05 fazendas certificadas ABR
05 fazendas licenciadas BCI
0,9% da produção
Farm – Producer – City – State

São Paulo
APPA – Associação Paulista dos Produtores de Algodão – Criada em 1999
03 fazendas certificadas ABR
03 fazendas licenciadas BCI
1,0% da produção
Farm – Producer – City – State

a história


O algodão brasileiro tem uma história curiosa de resiliência e inovação. De acordo com relatos históricos, os indígenas já utilizavam a fibra em fios e tecidos rústicos. Porém, em 1750, o país descobriu o potencial comercial de sua produção agrícola, fazendo do algodão um verdadeiro ouro branco para a economia interna. 

até a década de 1980

O Brasil foi um dos maiores produtores e exportadores mundiais da fibra.

final da década de 1980

início da década de 1990

A praga bicudo-do-algodoeiro se alastrou de tal forma que destruiu plantações inteiras, fazendo com que famílias perdessem tudo e a produção brasileira fosse reduzida em mais de 60%. Esta foi uma das maiores crises causadas por pragas da cotonicultura mundial.

final da década de 1990

Retomada da cultura algodoeira do Brasil e criação da Abrapa – Associação Brasileira dos Produtores de Algodão –, responsável pela união dos produtores de todo o Brasil.

2004

Criação do sistema de rastreabilidade da Abrapa em que cada fardo de algodão brasileiro carrega um código com sequência numérica única que possibilita o rastreamento e informa: fazenda produtora, safra colhida, algodoeira responsável pelo beneficiamento, laboratório e análise HVI.

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2005

Início do pilar de sustentabilidade do algodão brasileiro que a partir de 2013 trabalha em benchmarking com a Better Cotton Initiative (BCI) e em 2020 se tornou o primeiro país do mundo a também certificar as Usinas de Beneficiamento de Algodão.

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2016

Desenvolvimento do pilar de qualidade com programas de monitoramento dos laboratórios que realizam as análises HVI e que garante total transparência das informações do algodão brasileiro.

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2020

A produção do Brasil oferece rastreabilidade, sustentabilidade, qualidade e disponibilidade de algodão durante o ano inteiro.

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