algodão Brasileiro

produção

Em pouco mais de 20 anos, o algodão brasileiro deu um salto em termos de produção graças ao investimento constante em tecnologia de ponta, à profissionalização do produtor e à inovação em pesquisa e técnicas de cultivo.

Nos últimos 3 anos, especificamente, o Brasil dobrou a área de produção de algodão apenas balanceando as culturas da matriz produtiva com soja, milho e outros cultivos. Neste período, a produção evoluiu de 1,3 milhões de toneladas na safra 2015/2016 para aproximadas 3 milhões de toneladas em 2019/2020.

 

 

As lavouras de algodão brasileiras apostam na agricultura 4.0, com mecanismos como colheita 100% automatizada, drones para monitoramento de área e condições climáticas, softwares de geoestatística e sistemas integrados. Além disso, são realizados treinamentos periódicos para os profissionais do setor, capitaneados pela Abrapa, sobre manejo, monitoramento, análises laboratoriais, sustentabilidade e outros temas.

Com a união entre tecnologia, presença e comprometimento, o algodão brasileiro trabalha com responsabilidade ambiental e desenvolvimento social das suas comunidades, oferecendo rastreabilidade, sustentabilidade, qualidade e a disponibilidade de algodão durante o ano inteiro.

 

dados na safra 2019/2020

4º maior produtor

Nos últimos anos, o Brasil se mantém entre os 5 maiores produtores mundiais, ao lado de países como China, Índia, EUA e Paquistão.


2º maior exportador

Em apenas duas safras, o Brasil saiu de 4º maior exportador para a atual posição.


3 milhões de toneladas de pluma é a estimativa de volume

  • 1º em produtividade sem irrigação.
  • Maior média mundial de produtividade sem irrigação, com 1.800 Kg/hectare de pluma.
  • Atualmente 92% da área plantada de algodão no Brasil não é irrigada.

informações gerais

  • 384 fazendas certificadas ABR
  • 365 fazendas licenciadas BCI
  • 266 usinas de beneficiamento
  • 11 laboratórios análise HVI participantes do programa da Abrapa
  • Mais de 14 milhões de análises HVI previstas

 

tecnologia

O algodão brasileiro conta com 20 anos de constante pesquisa e investimento na mais alta tecnologia. Veja abaixo as principais inovações:

  • Utilização de maquinário de alta tecnologia para semeadura, aplicações, monitoramento e colheita, resultando em algodão livre de contaminação
  • Utilização de sementes certificadas por protocolos tecnológicos internacionais e nacionais
  • Melhoramento genético constante
  • Utilização de sistema de plantio direto, reduzindo a necessidade de máquinas e conservando a fertilidade e saúde do solo
  • Manejo integrado de pragas e doenças com sinergia entre as categorias de controle cultural, comportamental, genético, biológico e químico inteligente.
  • Instalação de biofábricas nas próprias fazendas produtoras, denominadas On Farm;
  • Tecnologia de aplicação de fertilizantes e defensivos em taxa variável através de soluções em agricultura de precisão
  • Pulverização aérea utilizando ferramentas gerenciais que permitem proteção aos ecossistemas, colmeias de abelhas, outras culturas agrícolas vizinhas, cidades, rios e lagos.
  • Maquinário de descaroçamento precisamente regulado para manutenção das características intrínsecas de qualidade da fibra
  • Práticas de sustentabilidade por aplicativos e ferramentas gerenciais visando melhor tomadas de decisão

a história


O algodão brasileiro tem uma história curiosa de resiliência e inovação. De acordo com relatos históricos, os indígenas já utilizavam a fibra em fios e tecidos rústicos. Porém, em 1750, o país descobriu o potencial comercial de sua produção agrícola, fazendo do algodão um verdadeiro ouro branco para a economia interna. 

até a década de 1980

O Brasil foi um dos maiores produtores e exportadores mundiais da fibra.

final da década de 1980

início da década de 1990

A praga bicudo-do-algodoeiro se alastrou de tal forma que destruiu plantações inteiras, fazendo com que famílias perdessem tudo e a produção brasileira fosse reduzida em mais de 60%. Esta foi uma das maiores crises causadas por pragas da cotonicultura mundial.

final da década de 1990

Retomada da cultura algodoeira do Brasil e criação da Abrapa – Associação Brasileira dos Produtores de Algodão –, responsável pela união dos produtores de todo o Brasil.

2004

Criação do sistema de rastreabilidade da Abrapa em que cada fardo de algodão brasileiro carrega um código com sequência numérica única que possibilita o rastreamento e informa: fazenda produtora, safra colhida, algodoeira responsável pelo beneficiamento, laboratório e análise HVI.

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2005

Início do pilar de sustentabilidade do algodão brasileiro que a partir de 2013 trabalha em benchmarking com a Better Cotton Initiative (BCI) e em 2020 se tornou o primeiro país do mundo a também certificar as Usinas de Beneficiamento de Algodão.

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2016

Desenvolvimento do pilar de qualidade com programas de monitoramento dos laboratórios que realizam as análises HVI e que garante total transparência das informações do algodão brasileiro.

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2020

A produção do Brasil oferece rastreabilidade, sustentabilidade, qualidade e disponibilidade de algodão durante o ano inteiro.

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